A triste realidade

Um tapa na cara de todos, ao menos a mim, dói ver isso. Prefiro nao comentar olhem e verão a triste e cruel realidade, que empera em nossa sociedade, já não tão “leiga”, porém o suficiente pra manter esse fato.

E por fim a parte que para mim, é de fato a mais cruel, o marketing em cima das criancas, é algo forte, me contenho para não fazer um drama, no entando, usar a mente fraca e de grande absorção de informçao, que até então mau sabe o que é a vida, para jogar, usar dessa forma… é algo desumano.

Consumo: O coração do sistema

Pouco depois da segunda guerra, governo e corporações estudavam a forma de impulsionar a economia. O analista de vendas Walter LeBolt articulou a solução que se tornaria a norma de todo o sistema. Ele disse: “A nossa enorme economia produtiva exige que façamos do consumo a nossa forma de vida, que tornemos a compra e o uso de bens, rituais. Que procuremos a nossa satisfação espiritual, à satisfação de ego no consumo. Precisamos que as coisas sejam consumidas, destruídas, substituídas e descartadas a um ritmo cada vez maior”. Como eles conseguem nos fazer investir nesse sistema? Por meio da mídia; existem duas formas: – Obsolescência Planejada: As coisas são criadas para irem para o lixo, fazem de uma forma que se inutilizem rápido. -Obsolescência Perceptiva: Fazem você crer que precisa comprar algo novo por meio de novos designs e algumas mínimas modificações, mesmo que seu aparelho ou sapato ou o produto que for ainda seja funcional. Nos Estados Unidos dos produtos que são fabricados 99% vão para o lixo em torno de seis meses. A publicidade e a mídia em geral têm um papel importante nisso. “Temos mais coisas, porém menos tempo livre para as coisas que realmente interessam, (família, amigos e tempo livre)”. Analistas dizem que não temos tão pouco tempo desde a sociedade feudal. Sabe qual a atividade que mais fazem as pessoas em seu tempo livre? -Ver TV e ir as compras. Passamos o dia inteiro trabalhando e quando chegamos em casa a TV nos convence o que devemos comprar.

Uma triste realidade/resenha metodologia cientifica

“ O jornal mostra trabalhos legais, grupos de dança, rap e teatro. Mas se no dia seguinte tem um tiroteio, pronto: a favela é que é o problema”. Conforme vimos no artigo Cenários da Violência: estereótipos na cobertura de favelas e periferias encontrado no livro Mídia e Violência, a imprensa tem um papel muito importante e influente em nossas vidas, pois é ela que nos trás por seus diversos meios de comunicação, suas matérias e reportagens, essas muitas das vezes próprias conclusões ou induções de fatos verídicos ou inverídicos, visando apenas o lucro e não se importando com a repercussão que o fato poderá ter na mídia. Quando o assunto é favela ou periferia, todos, sem exceção, temos um pré-conceito e temos como base matérias ou reportagens que vimos ou lemos em algum tipo de mídia. Onde as mortes, roubos, violência, abuso, tráfico são sempre os fatos mais explorados por eles, sem levar em consideração que ali também tem gente de bem, tem homens e mulheres trabalhadores, crianças educadas, todo um povo que vive sendo pré-julgado pela massa que tira como opinião aquilo que lê ou vê por ai. Os repórteres admitem essa deficiência, porém, eles tem uma grande dificuldade quando o assunto é explicar ou melhorar. No entanto, os moradores já insatisfeitos com o rumo que as coisas estão tomando, recebem os repórteres com hostilidade, ameaças, contudo quando se trada de investigação policial. Segundo Mauro Neto, editor de Mercado de O Liberal, afirma que no Pará os jornalistas não precisam pedir permissão a ninguém, muito menos para o tráfico para subir ou fazer qualquer matéria nos morros ou periferias. Em Minas, projetos sociais, são pautas de jornais constantemente. Enfim, Arnaldo Viana, editor de Cidade de O Estado de Minas, afirma que até mesmo em favelas tituladas de “ninhos de crack” os jornalistas não encontram nenhuma dificuldade em fazer seu trabalho. Por fim, pode_se concluir que a violência e hostilidade dos moradores de favelas, periferias ou subúrbios é proposital, pois estão insatisfeitos com o modo como são expostos ao público de maneira direta e muitas vezes incoerente da imprensa que mostra apenas as matérias violentas, tráficos, assassinatos, fugas cinematográficas, o que da IBOPE e certamente lucro. Deixando de ressaltar suas qualidades, seu lado bom, que é imenso, seus projetos sociais, seu povo, que não são apenas traficantes, ladrões, bandidos, dependente químicos, porém tem muita gente de valor, educação, caráter e trabalhadora dentro dessas comunidades. Enfim, a favela não é o monstro que vemos por ai, apenas é julgada de forma errada por ser constantemente capa de jornais, reportagens em emissoras de TV ou até mesmo em programas policias transmitido por Rádio.

O medo do trabalho (Paper de Metodologia cientifica)

     Conforme vimos no artigo Contato restrito com fontes, do livro Mídia e Violência, a morte do jornalista da TV GLOBO, Tim Lopes, de 51 anos de idade, que estava terminando uma reportagem investigativa que tinha como fogo o abuso sexual dentro dos bailes funk, na favela Vila Cruzeiro, no bairro da Penha, subúrbio do Rio de Janeiro, teve uma grande repercussão na mídia e serviu com estopim para a propagação do medo entre os jornalistas e revolta do povo pedindo mais segurança nas favelas e bairros de periferia.

    Segundo a Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura), a morte de Tim Lopes atingiu a liberdade de expressão, onde os jornalistas tem receio de tudo, quando o assunto é favela, periferia, tráfico, lugares mais populares etc. Os jornalistas só entram em favelas, com auxílio da polícia, mesmo assim, ainda é perigoso. Eles, com a presença da polícia não conseguem uma boa matéria ou investigação, assim, sendo obrigado a entrar na favela por conta própria, com permissão do tráfico. No entanto, mesmo sem a presença da polícia, eles não tem liberdade, pois todos sabem quem são, de onde são e o que querem. Os moradores sentem medo de falar qualquer coisa, pois sabem que o fim do X9 (termo usado para definir os fofoqueiros, dedo duro etc),  é a morte. Ou seja, complicando ainda mais a vida de um dedicado e corajoso jornalista.

     Por fim, pode_se concluir que a vida de um jornalista não é nada fácil, pois além de suas dificuldades pessoais eles também tem família, sonhos e deveres a  cumprir. No entando, não basta apenas querer fazer uma boa reportagem, mas sim ter a permissão para faze_lá.