Consumo: O coração do sistema

Pouco depois da segunda guerra, governo e corporações estudavam a forma de impulsionar a economia. O analista de vendas Walter LeBolt articulou a solução que se tornaria a norma de todo o sistema. Ele disse: “A nossa enorme economia produtiva exige que façamos do consumo a nossa forma de vida, que tornemos a compra e o uso de bens, rituais. Que procuremos a nossa satisfação espiritual, à satisfação de ego no consumo. Precisamos que as coisas sejam consumidas, destruídas, substituídas e descartadas a um ritmo cada vez maior”. Como eles conseguem nos fazer investir nesse sistema? Por meio da mídia; existem duas formas: – Obsolescência Planejada: As coisas são criadas para irem para o lixo, fazem de uma forma que se inutilizem rápido. -Obsolescência Perceptiva: Fazem você crer que precisa comprar algo novo por meio de novos designs e algumas mínimas modificações, mesmo que seu aparelho ou sapato ou o produto que for ainda seja funcional. Nos Estados Unidos dos produtos que são fabricados 99% vão para o lixo em torno de seis meses. A publicidade e a mídia em geral têm um papel importante nisso. “Temos mais coisas, porém menos tempo livre para as coisas que realmente interessam, (família, amigos e tempo livre)”. Analistas dizem que não temos tão pouco tempo desde a sociedade feudal. Sabe qual a atividade que mais fazem as pessoas em seu tempo livre? -Ver TV e ir as compras. Passamos o dia inteiro trabalhando e quando chegamos em casa a TV nos convence o que devemos comprar.

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