Amar…


Amar, é chegar em casa cheio de coisas importantes para fazer,
ir correndo até o computador, entrar no msn torcendo
que uma certa pessoa não esteja online,
ver que ela acabou de entrar,
esquecer de tudo e apenas falar com ela.

Isso não é amor, é irresponsabilidade.

– E quem disse que o amor é responsável?

(já aconteceu comigo)

© Lé0 Machado

Como explicar?

Se o amanhã não chegasse,
Se a noite não passasse,
Se o dia não raiasse,
Se o sol não brilhasse,
Talvez eu nem soubesse
A falta que você me faz.

Sempre te busco nas mais remotas lembranças,
Te vejo nas mais difíceis semelhanças,
E o que não consigo entender,
É o porquê eu ainda tenho esperança.

Se a boca não abrir,
O coração não sentir,
E a mente não pensar,
Como vou te amar?

Isso, eu realmente não saberia explicar.

– Boa Noite.

‘’Tudo que é bom, dura tempo o suficiente, para se tornar Inesquecível’’

Não é merchandising  do Bombom,
Até porque realmente bom,
Seria se ambos quiséssemos Bis.

© Lé0 Machado

Eu sempre quis saber


Eu sempre quis saber,
Como fazer uma poesia,
E não ser repetitivo.

Como falar de amor,
Se não pensar em quem amamos?

Como falar de felicidade,
Sem mencionar seu nome?

Como esquecer a saudade,
Se vivo pensando em você?

Eu gostaria imensamente em saber,
Como fazer uma poesia,
Se eu não pensasse tanto em você.

‘’É tão fácil falar a verdade, dizer que te amo e estou com saudade’’

© Lé0 Machado

Muito Obrigado


Como falar da pessoa que eu mais ajudo,
Sem pedir se quer um tostão.

A pessoa que sempre quando precisou,
Mesmo sem pedir, eu estava lá.

A pessoa que mais fala de justiça, direitos e bom senso.
E que hoje, quando precisei de um simples favor,
Ela simplesmente diz:

– Não dá, tenho que fazer as minhas coisas.

Hoje, não sei falar outra coisa, se não, agradecer.

– Obrigado mãe, você me ensino a ficar em silêncio.

“O vitorioso na vida, não é o forte, e sim o flexível”

© Lé0 Machado

Encontro


Quando você me encontrar,
Não precisa falar nada.

Traz uma rosa nas mãos,
Oferece-me…

Olha no fundo dos meus olhos…
Faz um afago nos meus cabelos…

Eu tocarei o seu rosto
Com a ponta dos meus dedos,
Contornarei seus lábios.

E ali…

Parados…

Calados…

Chegaremos a uma simples conclusão:

A busca terminou.

© Blog A Casa do Zé Carlos

Nossos paradigmas


Ambição é simplesmente o sopro que damos
para chegar em algum lugar.

No entanto, devemos tomar cuidado,
Pois se soprarmos de mais,
Podemos acabar passando de onde
Queríamos chegar quando começamos a Soprar.

Assim, chegando ao extremo,
A Ganância.

(esses versos contém ironia)

© Lé0 Machado

Eis a Questão


Minha querida…
Infelizmente às vezes sem querer,
Me pego te traindo em pensamentos,
Pois os versos que me vem à cabeça,
Nem sempre tem o nome a quem devo dedicar.

Com o tempo, aprendi a mais dura realidade.

‘’Não há poeta de um só amor,
Uma só mulher,
Uma só história
Ou então de uma só inspiração’’

Somos apenas mensageiros de um autor anônimo,
Que quase sempre se esquece de por o nome do Destinatário.

(esses versos contém ironia)

© Lé0 Machado

EXECUTAR NÃO É TUDO, COMUNIQUE-SE !


Um jovem executivo estava saindo do escritório
quando vê o presidente da empresa com um
documento na mão em frente a máquina de “picotar”
papéis.

– Por favor, diz o presidente, isto é muito
importante pra mim, e minha secretária já saiu.
Você sabe como funciona esta máquina?

– Lógico, responde o jovem executivo!

Imediatamente tira o papel das mãos do presidente,
liga a máquina, enfia o documento e aperta um
botão.

– Excelente meu rapaz! Muito obrigado… Eu
preciso só de 1 cópia. Onde sai?

Executar não é tudo!!!

Pense, pergunte, espere a resposta, analise e
então execute.

(autor desconhecido)

Os Três Últimos Desejos de Alexandre, o Grande

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

  1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;
  2. Que fossem espalhados no caminho até seu túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…); e
  3. Que suas duas mãos fossem deixadas balançando no ar, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais as razões.

Alexandre explicou:

  1. Quero que os mais eminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles NÃO têm poder de cura perante a morte;
  2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;
  3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos.

Autor desconhecido