Simplesmente Tudo.


Não ouse pensar que eu te amo,
Só porque eu escrevi alguns textos lindos falando sobre nós dois,
Ou então porque você é a pessoa mais importante que eu já conheci.

Não se atreva a pensar que só porque você é a inspiração da minha vida,
Que eu vá querer algo a mais, do que simplesmente passar o resto da vida ao seu lado.
Ou então que eu não pense em outra coisa, se não nós dois.

Acredite… 
Você não é nada nem ninguém,
É simplesmente TUDO,
Que eu sempre sonhei encontrar.

© Lé0 Machado

Anúncios

ENCONTREI UM ANJO

                 

 
 Dia desses eu estava sentado numa sala de espera aguardando a minha vez para cortar o cabelo, com o Toninho, da Super Quadra Tupã. Estava muito distraído, lendo uma daquelas revistas que sempre tem em sala de espera, quando adentrou uma menina, linda, magra, muito branquinha e aparentemente, de uns sete anos de idade. Ela usava um arco a lhe prender os cabelos finos e lisos que iam até os ombros, roupas que denunciavam a origem pobre, mas que também mostravam um cuidado materno especial, pois estavam muito limpas e cheirosas. Era uma criança impossível de não ser notada, sorriso aberto, carisma a flor da pele e trazia numa das mãos um cartão de loteria instantânea, dessas conhecidas como “raspinha”. Já completamente cativado não me preocupei em disfarçar o meu encanto e fiquei ali torcendo para que ela me dirigisse a palavra. Era como se eu soubesse que algo especial estava para acontecer.

– O senhor compra pra ajudar? É dez real…
– Reais, disse eu para ver a reação dela.
– É mesmo. Minha mãe sempre me corrige: dez reais. Mas o senhor compra? A minha vontade era comprar o cartão, mas não queria acabar logo com a conversa e continuei:
– Depende… Pra ajudar o quê?
– É pra ajudar a gente lá em casa. Meu pai tá desempregado e a minha mãe tá muito doente. Eu tô vendendo essa raspinha aqui pra poder comprar leite pro meu irmãozinho.
Ele tem dois anos e meio. A essa altura eu já tinha certeza de que compraria o cartão. Não que me comovesse além do normal com essa história tão comum do nosso sofrido povo brasileiro. Era puro encantamento com aquela menina.
– Como é o seu nome?
– Amanda… Nossa! Como o senhor ficou vermelho!
– É que eu tive uma filha que se chamava Amanda… A última lembrança que eu tenho dela, ela era assim como você… Sabe? Em todo lugar que eu vou eu sempre encontro uma Amanda.
– Onde tá a sua filha agora?
– Ela morreu num acidente faz algum tempo. Talvez ela esteja “vendendo cartões” no céu pra ajudar lá em casa..
– O senhor ficou triste, né? Desculpa..
– Não, eu não estou triste. Mas o que é que a sua mãe tem?
– Eu não sei dizer não senhor. Mas o meu pai vive chorando escondido. Ele bem que tenta disfarçar. Eu também finjo que não noto, mas eu sei que ele tá chorando. Eu não gosto de ver meu pai chorando… O senhor vai comprar, não vai? Eu vou contar um segredo: este cartão aqui está premiado, sabia?
– É ? Onde você conseguiu este cartão? E como você sabe que ele está premiado?
– Foi um anjo que desceu lá do céu e me deu ele pra eu vender. Ele disse que é um cartão premiado.
– Um anjo??
– É ! Por quê? O senhor não acredita?
– Acredito sim. Mas se o anjo lhe deu o cartão e disse que é premiado, por que você o está vendendo? Por que você não raspa ele e fica com o prêmio? Assim você vai poder ajudar toda a sua família, a sua mãe…
– Mas eu não posso ficar com ele não senhor.
– Por que não? – O anjo me disse que era pra eu vender por dez real. – Reais! – É. Por dez reais. E que não era pra eu raspar ele senão eu estaria sendo gananciosa. Eu não sei o que quer dizer essa palavra “gananciosa”, o senhor sabe?
– Eu também não sei não. Esse anjo fala muito difícil… Mas eu tenho certeza que você não é isso não… – Ele falou que eu tinha de dar a sorte pra alguém que eu encontrasse e que eu gostasse, e eu gostei do senhor. O senhor compra?
– Como você sabia que era um anjo de verdade?
– Ele tinha duas asas bem grandes e desceu voando lá do céu.
– Como era o nome dele?
– Ele não falou o nome dele não senhor.
– E você não perguntou?
– Se o senhor visse um anjo o senhor ia ficar fazendo pergunta? Eu fiquei foi mudinha.
– E por que esse anjo apareceu logo pra você?
– É que eu estava rezando pro menino Jesus, pedindo pro meu pai arranjar um emprego e pedindo pra Ele curar a minha mãe, então o anjo apareceu pra mim. Ele disse que se eu vendesse esse cartão que ele me deu, por dez real… – Reais! – É, reais… Se eu vendesse, Jesus já tinha autorizado ele a curar a minha mãe e a arranjar um emprego pro meu pai, mas, que se eu ficasse com o cartão só ia acontecer coisa ruim.
Então se eu comprar o cartão que o anjo deu pra você, só vai me acontecer coisa ruim?
– Não. O senhor não entendeu. Eu é que não posso ficar com o cartão. A pessoa que comprar ele, vai tá sendo boa e vai tá acreditando no anjo. Então, pra quem comprar, só vai acontecer coisa boa. O senhor vai receber o prêmio e não vai mais ser triste.
– Quem disse pra você que eu sou triste?
– O seus olhos e o seu jeito de falar. O senhor parece uma pessoa triste, sabia?
– Sabia… Tá bom. Eu compro o seu cartão. Deixando escapar um breve suspiro, Amanda agarrou os dez “real” e, num gesto que me deixou surpreso e muito feliz, me deu um beijo no rosto. Ela parou na minha frente e ficou olhando eu guardar o cartão no bolso, com um sorriso bobo nos meus lábios. Um tanto decepcionada ela perguntou:
– O senhor não vai raspar pra ver se está mesmo premiado?
– Não. Eu tenho certeza de que está.
– Mas se o senhor não raspar não vai poder receber o prêmio.
– Eu já recebi quando você entrou aqui.
– Eu não entendi o que o senhor quis dizer.
– Mas o seu anjo entendeu, minha filha. O seu anjo entendeu, meu anjo… Ela foi embora meio que desconfiada, olhou pra trás algumas vezes e eu nunca mais a vi. Sempre que volto ao Toninho, ou paro na super quadra para alguma coisa, corro os olhos pelas calçadas. Tenho certeza de que a verei um dia. Quero saber se sua mãe está melhor e se seu pai já “arranjou” um emprego. Quanto ao cartão, eu ainda não me atrevi a raspá-lo e creio que nunca o farei. Gosto de acreditar que sou o único homem no mundo que ganhou um cartão de loteria premiado, dado por um anjo e trazido por outro. Quanto ao prêmio, penso que não pode haver um mais valioso do que esta história toda.

(Esta crônica, foi escrita por Robson, de Londrina, que perdeu sua filha Amanda – 3anos – no mar, durante as férias)

” Nunca fique triste numa despedida! Uma despedida é necessária para haver um reencontro. E encontrar-se depois de momentos e de vidas, é certo para os que são amigos.”

©  Robson

Em último caso, Apele

                  

Ontem, após um dia muito trabalhado, eu chego em casa e resolvo comer um BOMBOM, peguei logo aquele amarelinho redondo, Serenata de Amor. Abri e degustei como nunca antes tinha feito, e o mais engraçado, era o que por surpresa tinha dentro do embrulho do BOMBOM, um verso super engraçado e Romântico, haha…

” Se você se apaixonou à primeira vista por uma mulher e não sabe o que fazer, manda flores.Na verdade, sempre que não souber o que fazer em relação a uma mulher, MANDE FLORES”.

© BomBom Serenata de Amor

Os Dez Mandamentos de Einstein


1.  Siga sua curiosidade
“Eu não tenho nenhum talento especial. Sou apenas apaixonadamente curioso”.
2.  Perseverança não tem preço
“Não é que eu seja tão inteligente, eu apenas fico com os problemas por mais tempo”.
3.  Tenha foco
“Qualquer homem que consiga dirigir de maneira segura enquanto beija uma linda garota está simplesmente não dando ao beijo a atenção que ele merece”.
4.  Imaginação é poder
“Imaginação é tudo. É a prévia das próximas atrações da vida. Imaginação é mais importante que conhecimento”.
5.  Não tenha medo de errar
“Uma pessoa que nunca cometeu um erro nunca tentou algo novo”.
6.  Viva o momento
“Eu nunca penso sobre o futuro – ele vem cedo”.
7.  Crie Valor
“Não se esforce para ser um sucesso, se esforce para ser valorizado”.
8.  Não seja insano
“Insanidade: fazer as mesmas coisas várias e várias vezes e esperar resultados diferentes”.
9.  Conhecimento vem da experiência
“Informação não é conhecimento. A única fonte do conhecimento é a experiência”.
10.  Aprenda as regras e jogue melhor
“Você tem que aprender as regras do jogo. E então você tem que jogar melhor do que todos”.

(repost do blog Resultadista – A facilidade nos fascina. A dificuldade nos distingue).

© Resultadista

O Caso das Laranjas


Um gerente foi procurado por um funcionário, que veio reclamar que um colega havia tido um aumento salarial e ele não, o que considerava injusto.

Sem entrar no mérito do caso, o gerente pediu a este funcionário:

– Você está vendo aquele caminhão que está vendendo laranjas, lá no outro lado da rua? Vá, por favor, ver o preço das laranjas.

Meio sem entender o pedido do gerente, foi e logo voltou dizendo:

– O preço de uma dúzia de laranjas é R$1,00.

O gerente perguntou:

– E se eu comprar 10 dúzias, será que o preço é o mesmo? Você pode verificar?

Sem saber responder, lá foi o funcionário perguntar de novo, e logo voltou.

– Ele disse que se você comprar 10 dúzias, ele faz o preço de R$0,80 a dúzia.

– Eu estou realmente interessado nestas laranjas! E se eu comprar o caminhão inteiro, a que preço ele fará a dúzia?

Já com cara meio aborrecida, mais uma vez ele foi perguntar e voltou dizendo:

– Se você comprar o caminhão todo, ele vende a dúzia a R$0,55.

Agradecendo ao funcionário pediu para que ficasse ali e solicitou que o colega que havia tido o aumento fosse chamado à sua sala. Sorridente, ele logo entrou, e o gerente fez exatamente a mesma pergunta:

– Você está vendo aquele caminhão que está vendendo laranjas, lá no outro lado da rua? Vá, por favor, ver o preço das laranjas.

Rapidamente ele saiu e logo voltou com um saco de uma dúzia de laranjas debaixo do braço, e muito animado foi logo dizendo:

– O preço de uma dúzia é R$1,00. No entanto, se você comprar 10 dúzias ou mais, ele pode dar um desconto e vender a R$0,80 a dúzia. Mas se você quiser comprar o caminhão inteiro o preço é de R$0,55 a dúzia. Aí eu disse ao vendedor que o meu gerente estava interessado no preço das laranjas, e ele me deu esta dúzia como uma amostra, para você poder avaliar a sua qualidade.

O gerente agradeceu. O funcionário deixou a dúzia de laranjas na mesa e saiu.

Um silêncio se fez e o gerente nada teve a dizer, pois o funcionário que entrou reclamando, saiu tendo aprendido uma importante lição.

 © Metafora.com